Destaque LCBAB

Um dos projetos de destaque no Estado de São Paulo, uniu uma empresa Alemã (ee-Nord) e uma de Santa Catarina (Elektsolar), e tem como objetivo desenvolver uma usina solar comunitária de 1 MWp, em Ubirajara, interior de SP, sob o modelo de Geração Distribuída.

Confira nossa conversa com Siqueira Neto, CEO da Elektsolar

1. Como a Elektsolar atua no Brasil?

Somos uma empresa de treinamento e capacitação na área de energia solar, e iniciamos nossas atividades em 2013, com os primeiros cursos em energia solar fotovoltaica.

Um dos nossos grandes diferenciais é ter a atuação educacional, mas também atuar com consultoria, engenharia e integração (execução de obras).Desenvolvemos o conhecimento e o aplicamos. Temos engenheiros altamente capacitados e, hoje, somos considerados a principal empresa de treinamento na área no Brasil.

2. Como nasceu o projeto e a ideia em fazer algo para a comunidade de Ubirajara, no interior de São Paulo?

O projeto já estava em desenvolvimento há alguns anos e, com a ajuda do programa Low Carbon Business Action in Brazil, conseguimos o parceiro ideal para implementá-lo.

Já conhecíamos a cidade de Ubirajara e a localização tem estrutura propícia para receber um projeto de criação de uma usina solar fotovoltaica comunitária (condição elétrica, proximidade a rodovia, condições boas do solo...etc). Com esse modelo de geração compartilhada criada pela ANEEL é possível levar créditos de energia para áreas diferenciadas.

3. Quais outros benefícios a geração compartilhada de energia podem trazer, além da redução da conta de luz e contribuição ao meio ambiente?

Certamente o principal benefício é a eficiência energética, tanto para empresas, quanto para as pessoas, mas não podemos esquecer que irá permitir a geração de empregos locais, a capacitação de mão-de-obra local, o movimento da economia local… E outra, o Brasil se comprometeu mundialmente no COP21 (Acordo de Paris) em reduzir a emissão de gases estufa. O país tem o dever de cumprir, e com nossos projetos, estamos colaborando com o Brasil para conseguir atingir a meta de redução e lutar contra as mudanças climáticas.

4. Como se deu a sinergia com a ee-Nord para ser uma empresa parceira e quais resultados pretendem alcançar?

É uma empresa que tem especialidade na engenharia de baixo carbono. E eles já estavam com um radar no Brasil, porque é um país com muita capacidade para geração de energia solar renovável. Nos encontramos em um dos Matchmaking em Fortaleza e, ao longo desses encontros, ganhamos mais proximidade e confiança.

5. Quais tipos de serviços especializados precisam para dar andamento ao projeto?

De consultoria jurídica, por envolver uma empresa estrangeira investindo direitamente no Brasil.

6. Como enxergam a iniciativa do LCBA?

Certamente, o grande trunfo foi a aproximação de parceiros com sinergias nesse mercado. Nós entramos com a engenharia e mão-de-obra e eles entram com capital necessário. Estamos contribuindo juntos na luta contra as mudanças climáticas.



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